Precisa as vezes ser de exortação e reprimenda,os encinamentos ,para o aluno
que se recusa,a cumprir seus horarios e tarefas todas as vezes que as recebe
tendo pois que as vezes receber,pequenos castigos,ou reprimendas de castigo
e solidão,para chamar sua atenção para a disciplina e dever,e compromisso consigo mesmo
e com a escola ou estudo de que faz parte.a qual se propos aprender e contribuir,
para o aprendizado dos mais fracos e tenrros.
é nescessario que as vezes lhe seja tirado o brinquedo preferido das suas mãos
para que assim ele possa por as ideias a funcionar,e cuide um pouco dos estudos
se Deus te deu a inteligencia e sabedoria,para aprender,e repassar o conhecimento não é para que te comportes,como uma simples maquina um robõ,a comando de energias in ventadas
ou sejam baterias para que possas por teu cerebro em funcionamento
Usa teu potencial que te foi dado com amor,
em favor do bem do conhecimento,do amor e da caridade
Bobagens muita gente se dispõe a fazer ,não é nescessario que sejas um a mais
contribui para a evolução da vida e do espirito para que após a passagem
para que possas caminhar tambem na luz,
sejas obediencia sem murmurio com responsabilidade,pois o tempo
passa depressa e não espera ninguem!1!
Emanuel
psicografado por Marlene de goes
04-04-2011
sábado, 9 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
SOMENTE O AMOR
Sublime amor que se submete a magoa, e ao sofrimento,para proporcionar
a vida e a direção certa,no caminho daquele que nasce de ti,,,
E nem sempre com o passar do tempo te traz as alegrias,do afeto segurança e carinho
És o ser bendito hungido por Deus,entre as mulheres ,que ja o deichaste de ser
para tornar-te Mãe,,,ja não te preocupas se hoje teus cabelos
ja estão brancos e em desalinho,te tornaste anjo guardião
daquele ser pequenino que surgiu,em teu caminho,
agarrado a ti com suas mãozinhas pequeninas
Como a buscar abrigo para o corpinho,e depois de crescido ja nem ólha em
teu rosto,mas não deixas transparecer o teu desgosto,,,
porque em teu peito só existe amor,És c omo a arvore generósa
que gentilmente abriga aos passarinhos,guardando-os das chuvas em seus ninhos
Para que não pereçam ao vendaval.
Assim são as Mães que habitam neste mundo
Protegendo seus rebentos contra o mal,
e os abençoando pela vida afóra,
amor assim não existe igual,,
mensagem enviada pelo ,espirito
Maria Dolores,,psicografada por
Marlene de goes
Uma homenagem ,a todas as crianças do Rio de Janeiro
Atacadas e mortas no dia de ontem
por um maniaco,assasino,
uma triste visão,da vida e do mundo.
a vida e a direção certa,no caminho daquele que nasce de ti,,,
E nem sempre com o passar do tempo te traz as alegrias,do afeto segurança e carinho
És o ser bendito hungido por Deus,entre as mulheres ,que ja o deichaste de ser
para tornar-te Mãe,,,ja não te preocupas se hoje teus cabelos
ja estão brancos e em desalinho,te tornaste anjo guardião
daquele ser pequenino que surgiu,em teu caminho,
agarrado a ti com suas mãozinhas pequeninas
Como a buscar abrigo para o corpinho,e depois de crescido ja nem ólha em
teu rosto,mas não deixas transparecer o teu desgosto,,,
porque em teu peito só existe amor,És c omo a arvore generósa
que gentilmente abriga aos passarinhos,guardando-os das chuvas em seus ninhos
Para que não pereçam ao vendaval.
Assim são as Mães que habitam neste mundo
Protegendo seus rebentos contra o mal,
e os abençoando pela vida afóra,
amor assim não existe igual,,
mensagem enviada pelo ,espirito
Maria Dolores,,psicografada por
Marlene de goes
Uma homenagem ,a todas as crianças do Rio de Janeiro
Atacadas e mortas no dia de ontem
por um maniaco,assasino,
uma triste visão,da vida e do mundo.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
A CALMA PARA O EXITO
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Postado por marlene de goes
fonte google
terça-feira, 5 de abril de 2011
O PAGAMENTO
Ante a exaltação jubilosa da vida no Plano Superior, quando nos distanciamos do corpo físico, surge no espelho de nossa alma a triste recordação do mal que demos guarida...
Em torno, horizontes novos nos conclama à contemplação da Beleza Eterna, enquanto que, amigos abnegados, se congregam no abraço de boas vindas.
Do coração vertem lágrimas de alegria, do cérebro renovado partem súplicas de esperanças...
Da consciência, porém, destacam-se velhas contas...
São deveres menosprezados, elos queridos que relegamos ao abandono, afeições que traímos e virtudes nascentes que aniquilamos nos outros a preço de ingratidão e crueldade.
É então que experimentamos a própria frustração ante os apelos do Céu e voltamo-nos para a Terra, sequiosos de recomeço...
O grilhão do trabalho e o socorro do esquecimento, nas reencarnações dolorosas, aparecem por chaves de preciosa libertação ao nosso espírito enredado nos próprios compromissos e tornamos ao recinto familiar para o resgate de nossas dívidas.
Recolhemos, desse modo, nas teias consangüíneas, metamorfoseado em companheiro e parente, o credor de nosso destino a exigir-nos tolerância e bondade, paciência e carinho, renteando conosco várias vezes por dia, a fim de que saibamos fundir a sombra da aversão e do ódio em luz de compreensão e fraternidade.
Se te encontras agora, no templo doméstico, diante de alguém que te injuria as aspirações envenenado-te as horas, recorre ao silêncio da prece e roga ao Senhor te arme o coração de humildade, porque no desafeto que a natureza impõe, na forma de um ser querido, volta ao ponto difícil de nosso próprio passado, requisitando a nossa renunciação no presente, a fim de que se transforme em bênção de amor, adornando-nos de paz a rota para o futuro.
Andre Luis
Em torno, horizontes novos nos conclama à contemplação da Beleza Eterna, enquanto que, amigos abnegados, se congregam no abraço de boas vindas.
Do coração vertem lágrimas de alegria, do cérebro renovado partem súplicas de esperanças...
Da consciência, porém, destacam-se velhas contas...
São deveres menosprezados, elos queridos que relegamos ao abandono, afeições que traímos e virtudes nascentes que aniquilamos nos outros a preço de ingratidão e crueldade.
É então que experimentamos a própria frustração ante os apelos do Céu e voltamo-nos para a Terra, sequiosos de recomeço...
O grilhão do trabalho e o socorro do esquecimento, nas reencarnações dolorosas, aparecem por chaves de preciosa libertação ao nosso espírito enredado nos próprios compromissos e tornamos ao recinto familiar para o resgate de nossas dívidas.
Recolhemos, desse modo, nas teias consangüíneas, metamorfoseado em companheiro e parente, o credor de nosso destino a exigir-nos tolerância e bondade, paciência e carinho, renteando conosco várias vezes por dia, a fim de que saibamos fundir a sombra da aversão e do ódio em luz de compreensão e fraternidade.
Se te encontras agora, no templo doméstico, diante de alguém que te injuria as aspirações envenenado-te as horas, recorre ao silêncio da prece e roga ao Senhor te arme o coração de humildade, porque no desafeto que a natureza impõe, na forma de um ser querido, volta ao ponto difícil de nosso próprio passado, requisitando a nossa renunciação no presente, a fim de que se transforme em bênção de amor, adornando-nos de paz a rota para o futuro.
Andre Luis
segunda-feira, 4 de abril de 2011
LUCRARÁ AGINDO ASSIM
Reconforte o desesperado. Você não escapará as tentações do desânimo nos círculos de luta.
Levante o caído. Você ignora onde seus pés tropeçaram.
Estenda a mão ao que necessita de apoio. Chegará seu dia de receber cooperação.
Ampare o doente. Sua alma não esta usando um corpo invulnerável.
Esforce-se por entender o companheiro menos esclarecido. Nem sempre você dispõe de recursos para compreender como é indispensável.
Acolha o infortunado. Nem sempre o céu estara inteiramente azul para seus olhos.
Tolere o ignorante e ajude-o. Lembre-se de que há Espíritos Sublimes que nos suportam e socorrem com heróica bondade.
Console o triste. Você não pode relacionar as surpresas da própria sorte.
Auxilie o ofensor com os seus bons pensamentos. Ele nos ensina quão agressivos e desagradáveis somos ao ferir alguém.
Seja benévolo para com os dependentes. Não se esqueca de que o próprio Cristo foi compelido a obedecer.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. 32 edição. FEB. 1996.
Levante o caído. Você ignora onde seus pés tropeçaram.
Estenda a mão ao que necessita de apoio. Chegará seu dia de receber cooperação.
Ampare o doente. Sua alma não esta usando um corpo invulnerável.
Esforce-se por entender o companheiro menos esclarecido. Nem sempre você dispõe de recursos para compreender como é indispensável.
Acolha o infortunado. Nem sempre o céu estara inteiramente azul para seus olhos.
Tolere o ignorante e ajude-o. Lembre-se de que há Espíritos Sublimes que nos suportam e socorrem com heróica bondade.
Console o triste. Você não pode relacionar as surpresas da própria sorte.
Auxilie o ofensor com os seus bons pensamentos. Ele nos ensina quão agressivos e desagradáveis somos ao ferir alguém.
Seja benévolo para com os dependentes. Não se esqueca de que o próprio Cristo foi compelido a obedecer.
Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. 32 edição. FEB. 1996.
sábado, 2 de abril de 2011
A RESPOSTA
O homem desesperado alcançou, um dia,
a presença do Cristo e clamou:
a presença do Cristo e clamou:
- Senhor que fazer para sair do labirinto
da Terra? Tudo sombra...Maldade e
indiferença, angustia e aflição dominam
as criaturas que , ao meu ver, se debatem
num mar de trevas... Senhor ,onde o
caminho que me assegura a libertação?
da Terra? Tudo sombra...Maldade e
indiferença, angustia e aflição dominam
as criaturas que , ao meu ver, se debatem
num mar de trevas... Senhor ,onde o
caminho que me assegura a libertação?
Jesus afagou o infeliz e respondeu
generosamente:
generosamente:
- Filho, ninguém te impede de acender
a própria Luz
a própria Luz
EMMANUEL
do Livro, Sinais de Rumo
psicografado por Chico Xavier
sexta-feira, 1 de abril de 2011
ENSINA-ME A PERDOAR
Senhor, eu gostaria tanto de poder perdoar. Disponho-me a isso. Oro e tenho a impressão de que lavei meu coração de toda mágoa.
Contudo, basta que eu reveja quem me agrediu, caluniou, traiu e todo o sentimento retorna.
Isso está me fazendo muito mal, Senhor. Sinto um peso dentro de mim, um mal-estar e tenho a impressão de que perdi um tanto da capacidade de amar.
Em função do que padeci, tornei-me desconfiado. Quando um amigo me abraça, não me entrego em totalidade. Fico pensando se ele está sendo sincero.
Se não estará, como outros, demonstrando uma afeição que não lhe habita a alma, somente por conveniência. Pior ainda, fico cogitando quando esse amigo me oferecerá o fruto amargo do abandono.
Isso é muito ruim, Senhor, eu sei. Contudo, tornei-me assim, depois de tantas ingratidões recebidas, em tantos afastamentos constatados, em tantas evasões de pessoas a quem entreguei o meu coração.
Recorro às páginas do Evangelho e as leio, entre a emoção e o desassossego. Pesquiso as vidas dos grandes seguidores da Tua mensagem e me indago:
Por que eles conseguiram perdoar? O que me falta para isso?
Na tela da memória, evoco a imagem do primeiro mártir do Cristianismo, Estêvão, apedrejado por amor à verdade que propagava.
Ainda agonizante, ao lado da irmã, que descobre noiva do seu verdugo, tem palavras de perdão. Não sãopalavras de quem, por estar morrendo, resolve doar o perdão.
São palavras de quem se mostra agradecido por reencontrar a irmã querida, depois de tantos anos de separação que lhes fora imposta.
São palavras de quem está feliz e poderá morrer tranquilo, não somente por ter sido fiel a Jesus até o fim, mas por saber que sua irmã estará bem amparada por aquele mesmo que a ele tirou a vida.
Cristo os abençoe... Não tenho no teu noivo um inimigo, tenho um irmão...
Saulo deve ser bom e generoso. Defendeu Moisés até ao fim... Quando conhecer a Jesus, servi-lO-á com o mesmo fervor...
Sê para ele a companheira amorosa e fiel...
Perdão incondicional. Ele poderia pensar em que poderia gozar da felicidade de tornar a conviver com a irmã, depois de tantos anos.
Voltar a estarem juntos, como dantes da tragédia que os separara. Mas, não.
Suas palavras não são de reprovação a quem o condenara ao apedrejamento. Nele somente há perdão.
Por tudo isso, Senhor, eu Te peço: Ajuda-me a perdoar. Ensina-me a perdoar. Promove em mim a mudança para melhor.
Não permitas que eu me perca pelas ruelas sombrias da mágoa, da tristeza e do desencanto.
Eu desejo voltar a acreditar nas pessoas, a crer na amizade sincera, na doação sem jaça.
Recordando o Teu exemplo extraordinário na cruz, preocupando-Te com aqueles que Te haviam infligido tanto sofrimento e morte, eu Te peço: Ajuda-me.
Tenho certeza de que, quando o perdão puder ser a tônica dos meus atos, eu voltarei a sorrir, a ter fé, a viver intensamente.
Ajuda-me, pois, Senhor Jesus, a perdoar. Porque, não somente desejo ser feliz, mas igualmente almejo ser, para os que comigo convivem, motivo de contentamento e de alegria.
Redação do Momento Espírita, com frases atribuídas a Estêvão, extraídas do cap. 8, pt. I, do livro Paulo e Estêvão, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 21.03.2011
Contudo, basta que eu reveja quem me agrediu, caluniou, traiu e todo o sentimento retorna.
Isso está me fazendo muito mal, Senhor. Sinto um peso dentro de mim, um mal-estar e tenho a impressão de que perdi um tanto da capacidade de amar.
Em função do que padeci, tornei-me desconfiado. Quando um amigo me abraça, não me entrego em totalidade. Fico pensando se ele está sendo sincero.
Se não estará, como outros, demonstrando uma afeição que não lhe habita a alma, somente por conveniência. Pior ainda, fico cogitando quando esse amigo me oferecerá o fruto amargo do abandono.
Isso é muito ruim, Senhor, eu sei. Contudo, tornei-me assim, depois de tantas ingratidões recebidas, em tantos afastamentos constatados, em tantas evasões de pessoas a quem entreguei o meu coração.
Recorro às páginas do Evangelho e as leio, entre a emoção e o desassossego. Pesquiso as vidas dos grandes seguidores da Tua mensagem e me indago:
Por que eles conseguiram perdoar? O que me falta para isso?
Na tela da memória, evoco a imagem do primeiro mártir do Cristianismo, Estêvão, apedrejado por amor à verdade que propagava.
Ainda agonizante, ao lado da irmã, que descobre noiva do seu verdugo, tem palavras de perdão. Não sãopalavras de quem, por estar morrendo, resolve doar o perdão.
São palavras de quem se mostra agradecido por reencontrar a irmã querida, depois de tantos anos de separação que lhes fora imposta.
São palavras de quem está feliz e poderá morrer tranquilo, não somente por ter sido fiel a Jesus até o fim, mas por saber que sua irmã estará bem amparada por aquele mesmo que a ele tirou a vida.
Cristo os abençoe... Não tenho no teu noivo um inimigo, tenho um irmão...
Saulo deve ser bom e generoso. Defendeu Moisés até ao fim... Quando conhecer a Jesus, servi-lO-á com o mesmo fervor...
Sê para ele a companheira amorosa e fiel...
Perdão incondicional. Ele poderia pensar em que poderia gozar da felicidade de tornar a conviver com a irmã, depois de tantos anos.
Voltar a estarem juntos, como dantes da tragédia que os separara. Mas, não.
Suas palavras não são de reprovação a quem o condenara ao apedrejamento. Nele somente há perdão.
Por tudo isso, Senhor, eu Te peço: Ajuda-me a perdoar. Ensina-me a perdoar. Promove em mim a mudança para melhor.
Não permitas que eu me perca pelas ruelas sombrias da mágoa, da tristeza e do desencanto.
Eu desejo voltar a acreditar nas pessoas, a crer na amizade sincera, na doação sem jaça.
Recordando o Teu exemplo extraordinário na cruz, preocupando-Te com aqueles que Te haviam infligido tanto sofrimento e morte, eu Te peço: Ajuda-me.
Tenho certeza de que, quando o perdão puder ser a tônica dos meus atos, eu voltarei a sorrir, a ter fé, a viver intensamente.
Ajuda-me, pois, Senhor Jesus, a perdoar. Porque, não somente desejo ser feliz, mas igualmente almejo ser, para os que comigo convivem, motivo de contentamento e de alegria.
Redação do Momento Espírita, com frases atribuídas a Estêvão, extraídas do cap. 8, pt. I, do livro Paulo e Estêvão, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.
Em 21.03.2011
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